Quem sou eu?
Sou são-paulino. Antes de qualquer título, antes de qualquer discussão de bar, antes até de entender o que era um esquema tático. Ser são-paulino, pra mim, nunca foi só ganhar, foi pertencer.
Cresci vendo o São Paulo Futebol Clube como mais do que um time: um símbolo de organização, de resistência, de grandeza construída com trabalho. Vivi fases gloriosas, vivi jejuns incômodos, vivi eliminações doloridas e comemorei vitórias que pareciam improbáveis. Porque torcer não é um ato racional e sim um vínculo afetivo que atravessa gerações, bairros, crises e sonhos.
Sou professor, historiador por formação, e talvez por isso eu não consiga olhar o futebol sem contexto. Aqui, o São Paulo não será tratado apenas como 11 jogadores em campo, mas como um fenômeno social, político e cultural. Futebol também é memória, identidade e disputa de narrativas dentro e fora das quatro linhas.
Este blog nasce da vontade de falar do São Paulo com paixão, mas sem cegueira; com crítica, mas sem perder o amor. Não escrevo para agradar diretoria, influencer ou rival. Escrevo como torcedor que questiona, que lembra do passado para entender o presente e que se recusa a normalizar mediocridade em um clube que já ensinou o Brasil e o mundo a ser grande.
Aqui você vai encontrar opinião, memória, ironia quando for preciso e respeito à história do clube. Nem sempre você vai concordar comigo e tudo bem. O São Paulo sempre foi plural e torcer também é discordar.
Se você acredita que o São Paulo é maior do que qualquer gestão, maior do que qualquer fase ruim e maior do que qualquer rival, seja bem-vindo.
Este espaço é tricolor.
Crítico.
Apaixonado. 🇾🇪